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APAIXONADO POR CONCURSOS DE BELEZA FEMININA EM GERAL

domingo, 18 de março de 2012

MISS UNIVERSO BRASIL 2012 - CANDIDATAS ELEITAS



Diletos amigos e amigas, tudo numa boa com vocês? Lembrem-se que tudo nesta vida é breve, efêmero. Já faz quase 49 anos que Ieda Vargas foi eleita Miss Universo, talvez nem ela própria se deu conta que já passaram tantos anos! Por falar na "gauchinha bem-querer", alguns comentaristas teceram comentários sobre a eleição dela em 63, na ensolarida Miami Beach. A bem da verdade ninguém pode negar que existe política em toda atividade humana, falo de política no sentido mais amplo. Nos concursos de beleza ela também se faz presente, principalmente por está atrelada a outros fatores, como negócios milionários e prestígio social. Entretanto, se no Miss Universo houvesse mesmo a "roubalheira", tipo a dobradinha do "pão-de-queijo minas com churrasco gaúcho", todo ano a Miss USA seria eleita Miss universo. Na época da transferência do Miss Universo de Long Beach-Califórnia para Miami Beach-Flórida, havia a formação de um corpo de jurados permanente, pessoas que mesmo envolvidas com a etapa nacional em seus países, ainda assim, persistia a seriedade da organização. Havia centenas de pessoas envolvidas entre diretores e as famosas "chaperonas", senhoras que vigiavam para a organização do Miss Universo a conduta das moças aspirantes ao título de mais bela do Universo. Sobre Ieda Vargas, a imprensa estrangeira que cobria o concurso a considerava como a grande favorita das misses sulamenricanas. Naquele 20 de julho de 63, a única miss que poderia ter lhe tomado a coroa seria a dinamarquesa Aino Korva, pois contava com os votos dos jurados europeus e americanos. A favor de Ieda estava o ator britânico Peter Seller, o presidente do júri, que lhe deu as notas máxinas nas três apresentações.
Existem as teorias nebulosas de "acordos com a ditadura brasileira de 64", mas isto nunca foi comprovado. Creio que não deve ser fácil para uma empresa do tipo do Miss Universo, na época de ouro do concurso", fazer conchavos com qualquer organização nacional, cairia no descrédito, principalmente na mídia norte-americana. Agora jurados votar por bairrismo poderia sim acontecer em qualquer edição do concurso.
Vejam as fotos das sete Misses Estaduais eleitas até o presente momento: Amazonas, Bahia, Ceará, Pará, Sergipe, Rio Grande do Sul e Tocantis. Desejo a todos uma ótima semana!!!

terça-feira, 13 de março de 2012

A ETERNA IEDA MARIA VARGAS




A eterna Ieda Maria Vargas

Roberto Brenol Andrade


Gary Grant e Deborah Kerr prometeram, no filme Tarde demais para esquecer, se reencontrar no ponto mais alto de Nova Iorque, então, o Empire State Building. Um vai ao encontro, o outro, não. Mas era tarde demais para esquecer aquele romance na cidade que é o símbolo da aventura, da fama e do dinheiro. O mesmo encontro foi marcado entre uma madrinha e seus afilhados. Muitos, cerca de 400, mas todos guardando na lembrança aquele rosto de menina linda, suave e que se tornaria, sucessivamente, Miss Porto Alegre, Miss Rio Grande do Sul, Miss Brasil e Miss Universo.

Era emocionante para os corações ardentes de jovens gaúchos no início do fim dos anos dourados. Organizar o encontro foi uma tarefa difícil. Afinal, 47 anos decorreram desde que, no portão central do cais de Porto Alegre, o navio de transporte de tropas da Marinha do Brasil Ary Parreiras estava embarcando os quase 400 militares do 13º Contingente do Batalhão Suez rumo à Faixa de Gaza, no Oriente Médio. Era uma manhã fria de julho de 1963. Entre autoridades lá estava a bela e juvenil Ieda Maria Vargas, eleita, pouco antes, Miss Brasil, depois de escolhida Miss Porto Alegre e Miss Brasil. Iria para os Estados Unidos e, lá, sairia Miss Universo, em 20 de julho de 1963. Nascida em Porto Alegre em 31 de dezembro de 1944, Ieda Maria Vargas pertence à geração ainda dos anos dourados e em que o concurso era supervalorizado.

Ieda foi a segunda brasileira a se tornar Miss Universo. A primeira foi a gaúcha Yolanda Pereira, em 1930, na primeira fase do concurso, que foi de 1926 a 1935, quando era chamado Desfile Internacional de Beleza. A terceira Miss Universo brasileira foi a baiana Martha Vasconcellos, eleita em 1968. Ieda foi escolhida em Miami Beach, na Flórida, recebendo a coroa e a faixa da Miss Universo 1962 de Norma Nolan, da Argentina. Em 1964 transmitiu o título para a grega Corinna Tsopei. Casou-se em 1968 com José Carlos Athanasio, já falecido, com quem teve dois filhos.

Beleza intacta

Ieda Maria Vargas mantém seus traços de beleza que tanto impressionaram porto-alegrenses, gaúchos, brasileiros e os jurados. Em algumas fotos da época, Ieda, sem qualquer maquiagem, aparece radiante, adolescente, suave, simples mas muito, muito bonita mesmo. Uma ex-colega do colégio Vera Cruz, na Capital, um pouco mais moça, lembra que as outras meninas olhavam para aquela que seria depois Miss Universo e afirmavam: “como ela é linda”. Na festa do dia 5 de novembro de 2010 ela chegou vestida elegantemente, como se espera de uma eterna miss, mas sem arroubos da moda. Escoltada pelo casal Silvio Fuhrmann, ocupou uma mesa e conversou assuntos triviais. Mas, aos poucos, os “afilhados” começaram a perder a timidez e pediram fotos, apresentaram as esposas. Uns, mais afoitos, diziam que queriam o beijo que almejavam há 47 anos. Simpática, atendeu a todos, distribuiu sorrisos e beijos nas faces. Estava feliz. Afinal, se recordar é viver, ele deliciou-se com tanto carinho. Depois, um cordão de ex-pracinhas, garbosos em seus uniformes da associação, e esposas deram, casal por casal, uma rosa para Ieda. As lágrimas brotaram nos olhos brilhantes da miss. A noite estava completa. A “dinda” e os afilhados se reencontraram após 47 anos. Música, muita música encerrou um dia em que canções de Paul McCartney e John Lennon embalaram os sonhos revividos.

Emoção

Os oficiais, sargentos, cabos e soldados a bordo do Ary Parreiras tiveram a boa nova em alto-mar: Ieda era a nova Miss Universo. Alegria, palmas, muitas conversas. Afinal, eram quase todos jovens rapazes e que sabiam que a madrinha do 13º Contingente do Batalhão Suez era a mulher mais bela da Terra. Fantasias, sonhos, por que não encontrá-la? Foi uma viagem de 30 dias em que o assunto dominante era a bela Ieda Maria Vargas, que se tornou a “namoradinha” de todos. Naqueles anos, tudo era permitido pensar, mas pouco fazer, a repressão moral imperava. Não havia chegado a era do “é probido proibir”. Nem os Beatles, nem a revolta nas ruas de Paris, nem a pílula anticoncepcional, nem a Guerra do Vietnã, e a televisão recém-começava a invadir os lares, criando a folclórica figura dos “televizinhos”, gente que via os programas, que começavam só a partir das 18h, na casa dos moradores do apartamento ao lado.

Missão

A missão na Faixa de Gaza foi de julho de 1963 até o retorno a Porto Alegre em outubro de 1964, quando os soldados foram, em novembro, liberados no 18º Regimento de Infantaria (18º RI), hoje área da Pucrs. A dispersão e o rumo na vida afastou, naturalmente, quase todos. Profissões, casamentos, filhos e desencontros, até que, em 1984, foi criada a Associação dos Integrantes do Batalhão Suez. O contingente gaúcho teve divulgação na época, cobertura integral com uma novidade: o correspondente, ao contrário do tradicional - Glênio Peres, pelo Diário de Notícias, ficou um mês com os pracinhas do 5º Contingente -, era também um pracinha, o cabo 8072, não por acaso autor desse texto. Por isso, narrou para os jornais e as rádios da Caldas Júnior dos anos de 1960 não o que os outros faziam, mas a missão que ele mesmo executava, em patrulhas, postos de observação, passeios, problemas, alegrias e tristeza na imensidão do deserto do Sinai, separando egípcios e israelenses, a serviço da ONU.

A busca

Unidos pelas lembranças comuns, os ex-pracinhas promoviam reuniões periódicas. No jantar de 2010, a vontade de reencontrar a “dinda” Ieda aflorou na mente da diretoria da Associação. Mas como encontrá-la e homenageá-la? Um jantar-baile no clube Geraldo Santana, um sargento da heroica Força Expedicionária Brasileira (FEB-II Guerra Mundial) foi marcado. E Ieda Maria Vargas? A missão - quase uma ordem militar - de encontrá-la e convidá-la ficou com o hoje corretor de imóveis em Gramado, Silvio Fuhrmann, o soldado 8339 da 8ª companhia do Batalhão Suez, que ainda tinha a 7ª, a 9ª e a Companhia de Comando e Serviços (CCS). Fuhrmann se superou até o dia da festa. Depois, alegou, arfando, que a missão fora “comprida mas bem cumprida”, dentro dos melhores preceitos militares que não esquecera.
Fonte: http://jornaldocomercio.provisorio.ws/site/noticia.php?codn=47134

segunda-feira, 12 de março de 2012

MISS INTERNACIONAL 2011 - UMA LOIRA DO EQUADOR



Diletos amigos e amigas, desejo a todos uma feliz semana, cheia de saúde, amor e dinheiro! Hoje vamos homenagear Fernanda Cornejo, a loirinha equatoriana que venceu o Miss Internacional 2011. Ela tem a cara desse concurso, os japoneses adoram eleger misses loiras! Abraços
Crédito das fotos: site Miss International

quinta-feira, 8 de março de 2012

DIA INTERNACIONAL DA MULHER



Diletas amigas, parabéns pelo seu dia Internacional!

Mulher
Ilsa da Luz Barbosa

Você que busca no dia a dia sua
independência, sua liberdade, sua
identidade própria;

Você que luta profissional e
emocionalmente, para ser
valorizada e compreendida;

Você que a cada momento tenta ser a
companheira, a amiga, a "rainha do lar";

Você que batalha incansavelmente por seus
próprios direitos e também por um mundo
mais justo e por uma sociedade sem
violências;

Você que resiste aos sarcasmos daqueles
que a chamam de, pejorativamente, de
feminista liberal e que já ocupa um
espaço na fábrica, na escola, na
empresa e na política;

Você, eu, nós que temos a capacidade de
gerar outro ser, temos também o dever de
gerar alternativas para que a nossa Ação
criadora, realmente ajude outras
mulheres a conquistarem
a liberdade de Ser...

terça-feira, 6 de março de 2012

MISS UNIVERSO - VESTIDOS FATAIS



Caríssimos amigos e amigas, muita saúde e paz para todos! Existem muitas histórias sobre as desclassificações de Misses que eram consideradas favoritas no Miss Universo e ficaram de fora na hora "H". Em 59, a Miss Itália, Maria Grazia Buccella era uma das favoritas e ficou de fora do TOP 15, segundo disseram por conta do vestido à la Marilyn Monroe. Em 68, outro caso famoso com a desclassificação de Monica Fairall, também por causa do "decote panorâmico" da Miss Africa do Sul. Segundo o site Pageantopolis a Organização do Miss Universo pediu para a Miss Africa do Sul não usar o vestido com o qual havia desfilado nas preliminares, alegando que "não é dentro do contexto do nosso concurso que nada muito extremo ser usado". O certo mesmo é que isso dava muito assunto para a imprensa que cobria o concurso. Depois do Miss Universo, Maria Grazia Buccella tornou-se atriz de cinema, contracenando com Sean Connery na série James Bond. Agora imagine se estes vestidos fossem usados atualmente pelas candidatas que disputam o Miss Universo, seriam taxados de convencionais demais! Abraços

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